Os 22,8 mil milhões de dólares disponibilizados às fabricantes domésticas de semicondutores não chega a metade do necessário para cobrir o prejuízo, referem os especialistas.
Na lista de investidores na HMD Global constam a Google, Qualcomm e a própria Nokia. A estratégia passa por acelerar o desenvolvimento de equipamentos 5G e expandir-se nos mercados americano, brasileiro, indiano e africano.
Se a fabricante continuar a sofrer as sanções dos Estados Unidos o negócio de smartphones pode ficar comprometido. Qualcomm já reagiu e pede a Donald Trump autorização para vender chips à fabricante chinesa.
A Qualcomm avança que a HMD Global, a LG Electronics, a Motorola, a SHARP, a TCL e a Wingtech são algumas das fabricantes que planeiam anunciar em breve smartphones mais “em conta” e com suporte a 5G através do novo Snapdragon 690.
Após ter testado diversos smartphones Android, a famosa ferramenta de benchmark AnTuTu elegeu os melhores System on a Chip (SoC) de 2019. Em destaque estiveram também os processadores com integração de modems 5G.
O Snapdragon XR2 foi apresentado esta quinta-feira e, de acordo com a empresa americana, apresenta significativas melhorias em relação ao seu antecessor, o Snapdragon XR1.
Para a fabricante dos processadores Snapdragon, a tecnologia 5G veio para ficar e, a partir do próximo ano, o público poderá fazer parte da experiência de usar um telemóvel que suporte esse tipo de rede sem “esvaziar” totalmente a carteira.
A nova geração de redes sem fios está já a chegar a dispositivos móveis, à semelhança do Galaxy Note 10, prometendo ser mais rápida e estável. Contudo, para os especialistas da área, o futuro parece ainda mais promissor com a Wi-Fi 7.
A decisão foi comunicada hoje e soma mais uma multa milionária da Europa a uma tecnológica norte americana, mas poderá ser apenas princípio de um novelo que chega aos chipsets 5G.
O "Project Limitless" pretende tirar partido da quinta geração móvel para "proporcionar ao utilizador um melhor desempenho e conectividade de baixa latência".
Arrancou na passada segunda-feira o julgamento Apple/Qualcomm mas não chegou a passar das alegações iniciais. As duas empresas chegaram a acordo e vão voltar a fazer negócio.
O anúncio oficial surgiu poucas horas depois da notícia de que a Apple, cliente da Intel, teria chegado a acordo com a Qualcomm, empresa especializada no fabrico de chips 5G. A decisão é mais um sinal do afastamento do mercado de smartphones.
Nos últimos anos a troca de acusações entre as duas empresas tem estado ao rubro. Esta segunda-feira avança o julgamento de um dos processos mais importantes, onde se coloca em causa todo o modelo de negócio da Qualcomm.
Consegue adivinhar qual o dispositivo que este mês assume a liderança da tabela dos poderosos? Deixamos uma pista: é chinês e tem um processador Snapdragon 855… Pronto, são duas dicas.
Os problemas de antena ou a drenagem rápida da bateria, eis alguns dos desafios que as fabricantes necessitam ultrapassar para tornar o 5G main stream.
Este é o ano do 5G, pelo menos assim garante Pete Lancia, vice presidente da Qualcomm. O impacto será significativo, mas provavelmente só se sentirá nos próximos anos.