A conferência organizada pela ACEPI vai voltar a reunir os temas mais relevantes da Economia Digital nos dias 22 e 23 de outubro, no Pavilhão Carlos Lopes em Lisboa.
O grupo sueco teve uma entrada tardia no mundo das vendas pela Internet mas pode vir a tornar-se num potencial rival de gigantes do e-commerce como a Amazon.
As falhas na entrega, o envio de produtos diferentes aos apresentados no site e litígios nas devoluções e trocas representam a maioria das reclamações.
De acordo com um inquérito do Observador Cetelem, o principal motivo para a não utilização das lojas online está relacionado com questões de falta de confiança e segurança, mas o prazer de comprar em lojas físicas também é referido por grande parte dos inquiridos.
É porventura o dia mais esperado por quem gosta de fazer bons negócios nas compras na internet, mas também uma oportunidade para várias lojas “mascararem” um poucos as ofertas que fazem. Aprenda a comprar bem na Black Friday.
Em 2017 os portugueses gastaram mais de 4,6 mil milhões de euros online, mas a oportunidade de crescimento é enorme, também para as empresas que quiserem digitalizar o seu negócio. Os números e as estratégias estão em destaque no Portugal Digital Summit.
A empresa investiu 7 milhões de euros e criou 100 postos de trabalho para lançar o Marketplace, que entra em novas áreas de retalho e prevê a complementaridade entre o online e a rede de lojas.
Vivemos numa época de consumo em larga escala e as fronteiras deixaram de ser uma realidade para as compras online, mas há desafios e mudanças que ainda trarão grandes evoluções ao e-Commerce, defende José Pedro Pinto.
Na primeira metade do ano, os automóveis foram os produtos mais pesquisados pelos portugueses na internet. O segmento tecnológico também despertou a curiosidade de muitos consumidores nacionais.
Os vários países da Europa avançam a ritmos diferentes no comércio online, mas a nível global o crescimento em 2017 foi de 11% e tudo indica que seja ainda mais acentuado em 2018.
Oitenta por centos dos millennials já pesquisam online antes de fazer compras, mas segundo o estudo do Observador Cetelem os jovens adultos continuam a preferir as lojas físicas ao comércio online.
As novas tecnologias e a internet facilitam o contacto entre compradores e vendedores, mas também trazem novos riscos. Embora os portugueses reclamem mais, os mecanismos de defesa à disposição estão obsoletos.
Os portugueses compram cada vez mais online e em 2017 gastaram 4,6 mil milhões de euros em lojas na internet, mas a ACEPI estima que este valor deve chegar a 8,9 mil milhões em 2025. Até lá muita coisa vai mudar.
A gestora da rede de terminais de pagamento automático revelou que o último mês de 2017 foi de recordes. No dia 23, os utilizadores MB Way ultrapassaram o meio milhão, fazendo mais de 1 milhão de operações, num valor superior a 37 milhões de euros.